Curto Papel

Papel também é feito de gente

O papel que usamos todos os dias não é feito só por máquinas, mas também por pessoas. A International Paper Brasil conta com cerca de três mil funcionários envolvidos em todas as etapas de produção. Conheça a história de uma dessas pessoas, que encontrou no papel muito mais que uma profissão. O coordenador de processos e produção de papel Dario Ribeiro faz parte da segunda geração da família que integra o quadro da empresa.  Seu pai, Dorly Aristides Ribeiro, operava máquinas de produção de papel, e sua filha, Moara Ribeiro, atua na área de atendimento ao cliente.

“A minha vida praticamente foi em função do papel”, afirma Dario, que completou 39 anos de trabalho. Os colegas de seu pai frequentavam a casa dele e diziam que aos 14 anos ele trabalharia na International Paper. E não foi diferente. “Quando tinha 13, fiz minha entrevista e tive que esperar completar os 14 para ingressar na empresa”, conta.

Apesar de seu pai ter sido o grande incentivador da entrada de Dario na IP, atualmente o que o motiva a continuar na companhia é o próprio trabalho. “Eu gosto do que faço!”, afirma. E completa: “Na área em que trabalho, não tem muita rotina. Cada dia são situações e desafios diferentes. Todo dia tem um novo desafio e isso me motiva”.

Hoje, além das ocupações normais do trabalho, Dario também é professor no Projeto Formare, da International Paper, que oferece educação profissional para jovens de família de baixa renda. E também faz um trabalho voluntário de preparação para o ingresso no mercado de trabalho. “O jovem quando vai para a primeira entrevista tem muita dificuldade de se expressar e de se comportar”, explica Dario, que auxilia desde a postura até a roupa a ser usada nos processos seletivos. “A satisfação de saber que a pessoa conseguiu um emprego, com uma pequena contribuição minha, é um prazer enorme”, comemora o coordenador.

Mesmo após 39 anos de empresa, Dario fala que pretende continuar. “Eu tenho consciência de que um dia vou ter que parar e deixar o meu legado para outro, mas pretendo continuar trabalhando. Quem sabe no futuro abrir uma consultoria”, explica. Ele também conta que não se vê parando: “Eu não me vejo no barzinho perto de casa jogando dominó com os aposentados”.

Dario Ribeiro encerra sua fala com a mensagem: “Acredito que o maior legado de uma pessoa é preparar os seus substitutos para o futuro. Assim, quando tiver que deixar a empresa, haverá pessoas preparadas para ficarem em seu lugar”.