Sete fatos e curiosidades sobre a sustentabilidade do papel

Veja como o setor de papel e celulose contribui para a preservação do meio ambiente

Que o papel está presente na maioria das atividades da vida das pessoas, todos sabem. Mas, você sabia que existem regulamentações e compromissos socioambientais que preveem a preservação do meio ambiente e a diminuição de impactos, por exemplo?

Muitos mitos foram criados sobre a produção, a usabilidade e a reciclagem do papel, por isso, criamos uma lista com alguns fatos sobre a sustentabilidade e a usabilidade do papel. Confira:

O papel é um dos poucos produtos verdadeiramente sustentáveis

De acordo com a Two Sides, organização sem fins lucrativos que reúne representantes de comunicação impressa e de silvicultura até impressão de papéis de todo o mundo, a indústria de papel possui cerca de 30 sistemas de certificações respeitados, que garantem que o papel que você utiliza veio de uma fonte sustentável.

Entre eles, destacam-se o Forest Stewardship Council (FSC) e o Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor).

A produção do papel apoia a gestão da floresta sustentável

Contrariando o senso comum de que as florestas plantadas são ruins para o meio ambiente, a produção de papel estimula a criação de um ambiente sustentável, que não substitui as florestas naturais, mas contribuem para a recuperação de áreas degradadas, absorvem os gases causadores do efeito estufa e podem ser fontes ambientalmente seguras de energias renováveis e matérias-primas industriais.

O eucalipto auxilia a regenerar florestas nativas

Como já mostramos aqui, o plantio de eucaliptos auxilia a regeneração de matas nativas. De acordo com estudos, nos eucaliptais existe uma diversidade considerável de espécies de árvores nativas, que podem ser manejadas e transformar-se em novos fragmentos de florestas. Dessa forma, é possível convertê-las em reservas ou Áreas de Preservação Permanente.

O setor de papel e celulose contribui para a preservação das Reservas Particulares do Patrimônio Natural

As Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) são unidades de conservação de domínio privado, nas quais o proprietário assume a responsabilidade de preservar a fauna e a flora de determinada área para sempre. Isso mesmo. Trata-se de um compromisso eterno.

Representando o setor de papel e celulose, a International Paper possui a quinta maior RPPN do estado de São Paulo. Localizado em Brotas, o local abriga 112 espécies de aves e 12 espécies de mamíferos. Mais uma prova de que sustentabilidade é prioridade na fabricação de papel.

O papel branco é tão sustentável quanto o papel reciclado

No caso do papel, seja ele produzido com 100% de fibra virgem (branco) ou com aparas (reciclado), ambos são igualmente sustentáveis. Os dois produtos têm espaço no mercado, o que dá ao consumidor o direito de optar, de acordo com suas necessidades.

A escolha consciente está em optar por produtos certificados, pois eles possuem políticas claras em respeito ao meio ambiente e à sociedade. A certificação é uma garantia de que o produto respeita o tripé da sustentabilidade: social, econômico e ambiental.

O impacto ambiental da leitura de um jornal impresso é o mesmo das publicações on-line

De acordo com o Instituto Real Sueco para Tecnologia, Moberg et al, a leitura de 30 minutos por dia de um jornal on-line gera a mesma faixa de impacto ambiental que a leitura do jornal impresso.

Confira, também, algumas curiosidades sobre o papel:

O livro mais antigo do mundo tem 1.315 anos

A obra literária mais antiga é o inglês O Evangelho de São Cuteberto. Com idade estimada em 1.315 anos, o livro pode ser encontrado em uma versão completa, com capa e tudo na Biblioteca Britânica, no Reino Unido.

Anotações feitas no papel são mais eficientes no processo de memorização do que as plataformas digitais

Como já vimos aqui no blog, de acordo com estudo publicado na revista “Psychological Science”, anotar no papel é melhor para assimilar o conteúdo do que digitar em dispositivos eletrônicos.